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Pesquisas mostram que os empreendimentos, hoje em dia, são os principais consumidores de água, utilizando cerca de 23% dos recursos disposição. Já a quantidade destinada ao consumo da população gira em torno de 10%. Por isso, a análise de efluentes hospitalares é indispensável na atualidade.

Afinal, esses setores de desenvolvimento acabam por gerar resíduos líquidos, que se não receberam o cuidado devido, podem resultar em poluição ao entrar em contato com a natureza.

Com o tratamento apropriado destes elementos, esses negócios e entidades não apenas colaboram com a sustentabilidade, bem como oportunizam redução de gastos com o reaproveitamento de água.

Investir na análise de efluentes mantém o estabelecimento de acordo com a legislação nacional.

Essas medidas preventivas conseguem impedir o recebimento de multas, advertências e problemas judiciais.

Oferecendo um tratamento adequado, as indústrias contribuem com a sustentabilidade, gerando economias com o reuso de água.

Vale lembrar que as unidades hospitalares têm responsabilidade na grande geração de resíduos nos dias de hoje.

Mas, é praticamente impossível vedar ou tentar limitar o funcionamento destes locais no Brasil ou no mundo.

Então, o que pode ser feito para evitar esse descarte de maneira inadequada?

A resposta para essa questão é muito simples: análise de efluentes hospitalares. E, posteriormente, uma operação de tratamento destes efluentes a fim de minimizar ou eliminar qualquer impacto ambiental.

 

Tratamento e análise de efluentes hospitalares

Vale salientar que um efluente corresponde ao resíduo eliminado em um processo.

Este material pode ser orgânico, dissolvido, inorgânico ou em suspensão.

Portanto, o tratamento e análise de efluentes hospitalares envolvem várias fases biológicas, químicas ou físicas.

Tratamento preliminar

Nesta altura, existe uma diminuição dos sólidos mais grosseiros com processos físicos visando à eliminação de materiais com mais de 10 mm. Também se usa a tática de peneiramento a fim de tirar o material de diâmetro menor e uma caixa de gordura.

Tratamento primário

O intuito deste tratamento é o descarte de sólidos em suspensão por meio de processos de coagulação, sedimentação, flotação e floculação.

Isso porque a coagulação e floculação desestabilizam agentes e resultam em flocos maiores que as partes individuais.

A sedimentação se refere a uma separação sólido-líquida por distinção de densidade, de maneira que o sólido fica no fundo. E a velocidade do procedimento corresponde à dimensão destas partículas.

Na flotação, a base está na colocação de bolhas de ar. Afinal, as partículas se juntam as bolhas, dando origem a um sistema de densidade inferior ao fluido, compondo uma espuma. Essa espuma acaba sendo retirada ainda na superfície.

Tratamento secundário

Essa etapa se refere aos processos biológicos tanto aeróbios quanto anaeróbios.

O intuito é tirar proveito do metabolismo deste organismo para acabar com a matéria orgânica biodegradável que serve como substrato.

Por conseqüência, ocorre a elevação da biomassa e este lodo pode até ser sedimentado e recirculação no procedimento para fazer com que a eficiência da dispersão da matéria orgânica seja elevada.

Tratamento terciário:

Não é sempre que o processo chega até esta etapa. Mas dependendo do estilo do processo, o tratamento é indispensável para que o reaproveitamento desse efluente seja alcançada.

Esse é o último passo para a diminuição da carga de sólidos em suspensão.

No território nacional, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) estipula os níveis de qualidade da água descartada na natureza a fim de diminuir os prejuízos ao ecossistema.

Além disso, existem diversos benefícios financeiros em reutilizar água e outros elementos.

Isso tudo evidencia ainda mais a relevância de um tratamento correto dos efluentes.

Importância da análise de efluentes hospitalares

Entre os riscos da ausência de tratamento e análise de efluentes hospitalares, estão as alterações nas propriedades da terra e da água.

Portanto, se torna provável a contaminação de todo o meio ambiente e o risco para a saúde dos moradores da região.

A situação fica ainda mais grave ao notar a quantidade de unidades de saúde em centros urbanos, ou seja, um grande fluxo de pessoas. O descaso com esses elementos gera um risco gigantesco para os habitantes.

Para impedir essa falha, as unidades hospitalares já empregam medidas, como o reuso de resíduos, tratamento correto dos efluentes e muito mais. Isso porque já há uma programação abrangente para impedir o desperdício da água.

Sendo assim, é imensurável a importância do tratamento e a análise de efluentes hospitalares.

Nos dias de hoje, a exigência por parte da população e o aumento da fiscalização resulta no crescimento e modernização destas medidas.

Medidas como essas apenas mostram como é fundamental à comunidade o tratamento dos recursos antes do descarte final.

Para saber mais, entre em contato conosco e faça um orçamento.

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