Principais ensaios para análise de materiais para indústria metal-mecânica
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abril 25, 2019
Como é feita a análise físico-química de efluentes
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Conheça as etapas da análise e tratamento de efluentes hospitalares

O desenvolvimento econômico é indispensável nos dias de hoje. No entanto, o progresso necessita estar alinhado com fatores sustentáveis, gerando riqueza sem destruir o patrimônio ambiental. Por causa disto, as várias etapas da análise e tratamento de efluentes hospitalares são fundamentais.

Afinal, os efluentes necessitam ser avaliados e tratados para voltar adequadamente aos recursos hídricos. Caso esses elementos sejam jogados de modo direto na natureza, o impacto causado e as despesas para a sua revitalização são gigantescos.

Vale salientar que o modelo de tratamento é recomendado conforme a quantidade de poluição dos efluentes.

Laboratórios credenciados devem fazer parte da coleta e etapas da análise e tratamento de efluentes hospitalares.

Essa etapa de avaliação é fundamental para que se possa estudar os materiais orgânicos e tóxicos.

É essencial destacar que a norma 357 Resolução 357 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) determina características para que tudo possa retornam a natureza.

Além disso, o CONAMA também é responsável pela classificação dos corpos de água.

A punição estabelecida prevê um período em detenção, acompanhado de multa e intervenção na entidade.

Quais são as etapas da análise e tratamento de efluentes hospitalares?

As etapas da análise e tratamento de efluentes hospitalares podem ser divididas em três estilos.

Alguns especialistas fazem essa distinção pelo sistema adotado, enquanto outros pelas tecnologias empregadas.

De maneira geral, são cinco etapas da análise e tratamento de efluentes hospitalares: pré, primário, secundário, terciário e tratamento do lodo. Normalmente, são tratamentos físico-químicos ou biológicos.

O tratamento físico-químico se refere à retirada dos agentes de contaminação com reação química visando a separação do sólido.

Já a operação biológica faz uso de bactérias para consumir a matéria poluente com um método respiratório.

Pré Tratamento

Esse momento se refere a separação dos sólidos. De maneira geral, são usados dois sistemas: gradeamento e a desarenação.

O intuito é impor uma barreira para os sólidos, fazendo que eles fiquem parados e possam ser retirados.

É uma separação destinada aos grandes agentes sólidos.

Tratamento primário

Entre as etapas da análise e tratamento de efluentes hospitalares, este passo tem a ver com os processos físico-químicos que almejam retirar os sólidos em suspensão, matéria orgânica e flutuante.

Esse procedimento tem várias fases.

O tratamento primário constitui-se de processos físico-químicos que buscam remover os sólidos em suspensão sedimentáveis, materiais flutuantes e matéria orgânica.

Basicamente, os efluentes são submetidos a ação de decantadores que fazem com que o lodo se mantenha no fundo do tanque. Esse é um momento essencial do tratamento porque começa a modificação das propriedades contaminadoras dos efluentes.

Tratamento secundário

Essa fase é formada por processos bioquímicos que podem ser aeróbicos ou anaeróbicos. Esse procedimento tem a meta de tirar o material orgânico que resistiu ao treinamento anterior.

Caso seja realizado de maneira bem sucedida, esse método recupera o efluente de acordo com a legislação.

Os processos aeróbicos e anaeróbicos atuam na formação da matéria orgânica suspensa. Esse material acaba por formação em carbônico, material celular e água.

Com o encerramento deste processo, a tendência é que a eliminação dos poluentes atinja a marca de 95%.

Tratamento do lodo

Após o tratamento secundário, se realiza uma decantação com o objetivo de clarear a água e eliminar o lodo restante.

Esse lodo é oriundo da retirada de material orgânico. Só que a quantia de lodo varia de acordo com as propriedades de cada efluente, bem como do sistema selecionado.

O último encaminhamento do lodo pode ser realizado em aterros sanitários, juntamente com o lixo, incinerado, entre outras opções.

É essencial salientar que o lodo conta com muita matéria orgânica, podendo ser utilizado tanto na agricultura quanto no reflorestamento.

Tratamento terciário

Depois de todas essas etapas a água já pode voltar aos córregos, lagos, rios, etc.

Porém, é possível aplicar outro tratamento no efluente para ser aproveitado com finalidade não potável. Ou seja, não servindo para consumo humano.

Essa água não potável é destinado para diversas finalidades e necessárias no dia a dia. Por exemplo: a lavagem de ruas, calçadas e outros pontos de cidades.

Isso porque o tratamento não é capaz de eliminar todos os rastros de nitrogênio e fósforo.

Sendo assim, essa fase se trata da aplicação de formas para eliminar os agentes poluentes específicos. Ou seja, todos os itens que não foram devidamente excluídos nas etapas da análise e tratamento de efluentes hospitalares anteriores.

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